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sábado, 13 de setembro de 2014

Estava um pouco sumido, mas, agora estou voltando e o assunto de hoje é a peça de William Shakespeare: Otelo. Eu li esse livro e achei muito legal e por esse motivo eu escolhi essa peça para fazer uma apresentação escolar, a história é uma das perfeitas tragédias de Shakespeare, que fala sobre a história de amor entre Otelo e Desdêmona, marcado pelas intrigas do traiçoeiro Iago. No final da peça acontece algumas mortes. Resumidamente essa é uma peça que lhe envolve do começo ao fim. Então vamos a peça.



OTELO

(A peça começa mostrando Otelo e Desdêmona em seu casamento.)

Narrador: Nessa peça o principal personagem é o general mouro, que serve o reio de Veneza. Iniciasse com Iago alferes de Otelo tramando com Rodrigo, uma forma de contar a Brabâncio, um rico senador de Veneza que a sua filha a bela Desdêmona havia acabado de se casar com Otelo como vocês acabaram de ver. Iago queria vinga-se do general Otelo, porque ele promoveu Miguel Cassio, jovem soldado florentino e grande intermediário nas relações entre Otelo e Desdêmona, ao posto de tenente.
Iago: Eu odeio o mouro... Recomendaram-lhe meu nome como seu tenente. Não sou merecedor de cargo menos digno, mas quem ele escolheu para ser o oficial? Miguel Cassio que jamais colocou o pé na guerra.
Rodrigo: Eu dele jamais seria seguidor!
Iago: Continue sendo dele seguidor, para dar-lhe o troco que merece. Chame o pai de Desdêmona, e conte o que o mouro aprontou.

(Monta o cenário para a casa de Sr. Brabâncio.)

Rodrigo: Sr. Brabancio, Sr, Brabâncio!
Sr. Brabancio: Quem é? Oque que aqui?
Iago: Estão roubando sua filha, nesse momento um velho bode negro ataca sua branca ovelhinha.
Rodrigo: Não reconhece minha voz, sou eu Rodrigo.
Sr. Brabancio: Já disse que não é bem vido aqui, minha filha não é para ti. Agora me aparece aqui com essa patifaria cheia de maldade, interrompendo meu descanso.

(Cenário muda para a sala de reuniões).

Narrador: Brabâncio quis deixar sua filha livre para escolher o marido que mais lhe agradasse, achava que ela escolheria para seu cônjuge alguém de alta classe. Ao notar que ela havia fugido, para se casar com o mouro, foi em busca de Otelo para mata-lo. Ao se encontrarem, chegou um comunicado do duque de Veneza convocando-os para uma reunião urgente. A tropa inimiga se dirigia a Rodes com a intenção de conquistar Chipre, e Otelo comandaria sua tropa na batalha contra os turcos. Mas Brabâncio durante a reunião acusou o mouro de ter induzido Desdêmona a casar-se com ele por meio de bruxaria.
Sr. Brabâncio: Imagina se minha filha iria se apaixonar por um guerreio escuro, estrangeiro e pagão, isso é bruxaria. Desdêmona só pode ter ficado com medo.
Otelo: Não senhor, ela nunca sentiu medo de mim, nunca vi em seus olhos o desprezo, como vi nos olhos de muita gente com qual ousei me aproximar.
Sr. Brabâncio: E como vocês se apaixonaram? Como vocês se casaram?
Otelo: Deixe a resposta vim da sua própria filha.

(Chega Desdêmona)

Desdêmona: Casei com ele porque o amo se houve uma bruxaria foi a do amor. Meu pai por ele tinha grande apreço e por muitas vezes o convida para minha casa. Otelo sempre me contava sobre sua vida, ano a ano, as batalhas, tudo que passou, desde sua infância ate hoje. E eu o ameio, amei pelos perigos que tinha passado e ele me amou por o carinho que eu tinha sobre ele.

(Saem todos, narrador entra. Cenário é retirado).

Narrador: Otelo como sempre foi capaz de derrotar a tropa inimiga, e seguiu para a ilha e Desdêmona também, mas em barcos separados, durante a viagem uma tempestade separou as embarcações e devido a isso Desdêmona chegou primeiro, e Otelo logo em seguida com a noticia que a guerra havia acabado, mas o que o mouro não sabia era que na ilha ele enfrentaria um inimigo maior ainda.

(Narrador sai. Cassio entra.)

Cassio: É o desejo de Otelo, que da a noticia da derrota da tropa turca, além dessa novidade celebra-se hoje o casamento de nosso general, cantem, dancem, acendam fogueiras, e que seja proclamada a festa.

(Todos entram para a festa)

Otelo: Fique você e Iago de vigia hoje.
Cassio: Iago já tem instruções, ficarei para garantir a segurança de todos.
(Sai Otelo e Desdêmona, Iago embebeda Cassio)
Iago: Vamos comemorar a felicidade de Otelo, vamos beber com nossos amigos de Chipre.
Cassio: Conheço minha fragilidade com a bebida, não me atrevo a expô-la em risco,
Iago: Vamos só um pouco.

(Cassio vai dançar, Rodrigo conversa com Iago, Rodrigo empurra Cassio e gera uma confusão, Cassio mata Rodrigo. Otelo chega furioso.)

Otelo: O que esta acontecendo aqui?
Rodrigo: Ho meu Deus, estou ferido de morte, ele deve morrer.
Iago: PAREM! Perderam a compostura, o general vai falar.
Otelo: Cassio como se explica?
Cassio: Perdoe-me eu não fiz nada.
Otelo: Cassio ainda que lhe tenha grande apreço jamais será meu oficial.

(Todos saem, ficando apenas Iago e Cassio).

Iago: O que foi homem?
Cassio: A honra perdi a minha honra.
Iago: Ora, a honra é uma atribuição vã e falsa, você não perdeu nada. Vou lhe dizer o que fazer vá ate a gentil Desdêmona, diga o ocorrido de coração aberto e ela lhe ajudara a conseguir seu cargo de volta.
Cassio: É um bom conselho Iago, tenha uma boa noite.
(Iago e Cassio saem, Iago sorri, volta Iago conversando com Otelo, e Dedêmona conversando com Cassio. Narradora entra.)
Narradora: Iago sabia que de todas as tormentas que afligem a alma o ciúme é o mais intolerável, dando continuidade ao seu plano Iago insinuou a Otelo, que Desdêmona e Cassio poderiam estar tendo um caso.

(Narradora sai, e Iago conversa com Otelo e Dedêmona com Cassio. Cassio sai.)

Desdêmona: Desculpe lhe interromper meu amor, preciso falar com você sobre um assunto urgente.
Otelo: Sim, de que se trata?
Desdêmona: De Cassio.
(Otelo grita.)
Otelo: HAAAA foi Cassio que pediu para você fazer isso me deixe sozinho.
Desdêmona: Mas meu amor...
Otelo: Deixe-me sozinho.

(Desdêmona sai.)

Iago: Senhor ela ainda pode ser honesta diga-me ao menos uma coisa, o senhor já viu alguma vez ela com um lenço bordado?
Otelo: Claro, eu mesmo lhe dei, foi o meu primeiro presente.
Iago: Senhor, mas eu vi Cassio usando um lenço desses para enxugar a barba.

(Otelo grita. Otelo sai. Iago segura o lenço. Emília chega.)

Emília: O que vai fazer com isso?
Iago: Não é da sua conta, o que você quer?
Emília: Vim lhe chamar para jantar. E também para pegar o lenço de minha amiga Desdêmona.
Iago: Emília você não viu lenço algum, cale a boca e vá embora.
Emília: Não me calo.

(Emília tenta pegar o lenço, mas Iago lhe dar um tapa e ela cai no chão. Emília levanta.)

Emília: Monstro vou contar tudo para o general.
Iago: Pare de causar problemas. Já disse que não quero que fale sobre nossas brigas.
Emília: Não é sobre as brigas e sim sobre o lenço.

(Emília sai e Iago vai atrás. Narradora entra.)

Narradora: Otelo foi à procura de Desdêmona acreditando que ela o havia traído, Otelo pergunta a sua esposa sobre o lenço, e ela o ignora sem saber explicar onde o objeto estava, e continua pedindo a Otelo para readmitir Cassio. Então quando chegou a noite.

(Cenário muda para o quarto. Desdêmona senta na cadeira. Otelo entra.)

Desdêmona: Otelo.
Otelo: Sim meu amor.
Desdêmona: Não vem dormir?
Otelo: Já rezou esta noite?
Desdêmona: Sim, por quê?
Otelo: Se lhe sobra algum pecado peça perdão aos céus agora.
Desdêmona: O que quer dizer com isso?
Otelo: Eu não lhe mataria se não estivesse preparada...
Desdêmona: Ho Deus! Tenha piedade de mim!
Otelo: Amém!
Desdêmona: Ho! Por quê?
Otelo: Pense em seus pecados, você me traiu. Deu a Cassio aquele lenço tão querido.
Desdêmona: Ho! Não! O que sinto por Cassio não é mas que a fraternidade permite!
Otelo: Mentira!

(Otelo enforca Desdêmona ate a morte. Emília entra. Iago entra.)

Emília: O que o senhor fez? Desdêmona! Desdêmona! Acorda! Acorda! Desdêmona!
Otelo: ela me traia.
Emília: Jamais!
Iago: Cale-se!
Emília: Só existia verdade em suas palavras.
Iago: Cale a boca Emília!
Emília: Isso tudo é armação! Otelo fui eu que achei o lenço por acaso e o dei a Iago! Ele tramou tudo, e eu não consegui contar a verdade antes, pois ele sempre estava ao seu lado. Lembro-me também que foi ele que embriagou Cassio, causando assim a confusão do dia da festa.
Como se deixou enganar desse jeito?! Desdêmona jamais foi infiel.
Iago: CALADA!

(Iago mata Emília e foge. Otelo fica andando. Narradora entra.)

Narradora: Ao finalizar a obra, Cassio passou a ficar no lugar do mouro, Iago foi entregue as autoridades para ser julgado, Otelo... Otelo desesperado por saber que tinha matado sua esposa injustamente...
(Otelo se mata.)
Narradora: ...Apunhalou-se caindo sobre o corpo de sua mulher e morreu beijando a mulher que tanto amava.

Desculpem os erros de ortografia pessoal, e depois que eu apresentar a peça (que será em novembro) vou postar no blog algumas fotos e videos da peça.

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